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“Trazer a obra da literatura para a dança, e justamente o fato do trabalho de pesquisa da Gilsamara ter essa característica prática, além de teórica, faz do espetáculo uma parte imprescindível, ele deverá evoluir com a leitura e reflexões ao longo do mestrado, o trabalho prático terá alterações significativas”.
Sandra Meyer, professora de dança da Universidade de Santa Catarina fala sobre o espetáculo “Perfil Transitório”, parte prática da dissertação de mestrado de Gilsamara Moura.
26 de novembro de 1997.

“Perfil Transitório serve como “redescoberta” da relação do escritor com a cidade de Araraquara”
Historiador de Araraquara Rodolpho Telarolli fala sobre a importância do espetáculo “Perfil Transitório”, inspirado na obra Macunaíma de Mário de Andrade.
20 de março de 1998.

“Por momentos, chega a dispensar o movimento. Alguns poucos gestos e a expressão do rosto formam um painel para que o expectador componha a sua leitura...
...Sem cair em mimetismos fáceis, Gilsamara ousou traduzir com os movimentos e os não-movimentos do seu corpo a emoção de conviver com um mito...”
Zé Pedro Antunes, docente da FCL-Unesp Araraquara.
30 de janeiro de 2002.

“... o que vi me deixou muito contente, bastante emocionado. Não imaginava como “O homem que perdeu a sombra” poderia estar no palco”.
Ignácio de Loyola Brandão, sobre o espetáculo “O homem que odiava segunda-feira”.
22 de outubro de 2002.

“Palavras se tornaram gestos, se transmutaram em dança. A arte é infinita no criar, recriar, reciclar, se refazer, ser interpretada e reinterpretada. O grupo Gestus passou meses e meses coordenando sua coreografia com a música de Paulo Martelli. Recriar. Viajar em cima do escrito”.
Ignácio de Loyola Brandão, sobre o espetáculo “O homem que odiava segunda-feira”.
13 de dezembro de 2002.

“A música não é uma música normal, mas perfeita para a dança, e as palavras que escrevi tornaram-se gestus”.
Ignácio de Loyola Brandão, sobre o espetáculo “O homem que odiava segunda-feira”.
15 de dezembro de 2002.

“Se o livro é meu filho, este espetáculo é meu neto”.
Ignácio de Loyola Brandão, sobre o espetáculo “O homem que odiava segunda-feira”.
18 de dezembro de 2002.

“... o que me excita é entregar minha obra a um grupo jovem, ousado, que sei que é criativo pelo que vi. Mas, acima de tudo, pelo profundo interesse que essas pessoas mostraram revelando a paixão. Paixões movem tudo e levam a grandes criações. Minhas palavras foram transformadas em gestos. Traduzidas em movimento”.
Ignácio de Loyola Brandão, sobre o espetáculo “O homem que odiava segunda-feira”.
22 de fevereiro de 2003.

“Meus escritos, que sintetizam os absurdos do nosso cotidiano, a falta de lógica de tudo, a irracionalidade do viver, os medos e inseguranças de todos nós, agora sobem ao palco, permeados pela música, pelo ritmo absoluto do Gestus, exato mais emocionado”.
Ignácio de Loyola Brandão, sobre o espetáculo “O homem que odiava segunda-feira”.
02 de março de 2005.

“Cuerpos moviéndose en la penumbra, casi estáticos o en gráciles o enérgicos movimientos, nos contarán las historias de “El hombre que odiaba el lunes” y “Tabaquería...
...La característica predominante en Ella ES la casualidad con uma dosis de excentricidad. En la frialdad del espácio se encuentra la provocacion. Cigarrillos u barras de chocolate aparecen em El escenario para provocar el deseo de lo prohibido. Las palabras ganan dimensión corporal y el teatro se funde con danza sin limites entre une y otro”.
Jornal Expreso – Peru.
09 de junho de 2005.

“Grupo Gestus tornou-se um grupo profissional com presença garantida nos principais encontros de dança do país e em eventos internacionais”
Jornal “O Imparcial” – 23 de julho de 2004

“O Grupo Gestus em “Fuxico” recupera um tipo de coreografia que caiu em desuso, em que as cenas são como fibras, linhas, nós, tranças, tranças e costuras”
Katz, Helena. O Estado de São Paulo. 21 de dezembro de 2000 – Caderno 2.

“...o Gestus, ao completar a primeira década, celebra junto o feito de ter conseguido fazer de cada conquista um estímulo para sua transformação.”
Katz, Helena. O Estado de São Paulo. 21 de dezembro de 2000 – Caderno 2.

“O único grupo do interior de São Paulo que participará como convidado, do VI Festival de Dança de Recife, referência máxima na dança contemporânea.”
Jornal “O Imparcial” -28 de junho de 2001.

“Movido pela música, o duo dá forma àquilo que não tem nome, mas que se compõe e decompõe em solidão e encontro, angústia e a alegria.”
Inês Bogéa escreve sobre “Severina Havaiana Paraibana ou a Saga do Amor Desmedido do Pedreiro Baiano na Cidade Grande”. Folha de S. Paulo, 19 de maio de 2005.

“Gestus celebra 15 anos no palco. O grupo percorreu este ano 40 palcos: do presídio da cidade ao Peru”
Tribuna Impressa, 14 de dezembro de 2005.

“Gestus: uma carreira digna e dedicada à dança profissional”
Gilsamara Moura escreve sobre os 15 anos do Gestus. O Imparcial, 15 de dezembro de 2005.

“Contemplada com o prêmio Funarte, a coreógrafa Cláudia Muller fala sobre seu trabalho e a parceira com o grupo Gestus”
Tribuna Impressa, 18 de fevereiro de 2007.
Tribuna Impressa e O Imparcial são os jornais da cidade de Araraquara, cidade onde está a sede do grupo Gestus.
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